Marca única, desafio conjunto


Após três anos da conclusão da fusão entre a brasileira TAM e a chilena LAN, a Latam anunciou a adoção da marca da holding como única. Com o custo estimado em US$ 40 milhões, a companhia prevê realizar a transição para Latam de forma gradual até 2018. O principal motivo da mudança é criar uma marca forte dentro da América do Sul e obter ganhos de competitividade. Na visão de analistas, a estratégia é positiva, ainda mais com a futura simplificação nas estratégias de marketing e operações. “Há uma sinergia clara nessa mudança, que já era esperada pelo mercado desde a junção”, afirma Maurício Cañas, analista-chefe do Banco Penta, do Chile. Os maus momentos pelos quais passam as economias brasileira e chilena, no entanto, ainda não deixam especialistas seguros para indicar a compra das ações da Latam. “A indústria de companhias aéreas é altamente cíclica e dependente de uma economia aquecida, por isso mantemos a nossa visão da Latam como neutra”, diz Cañas.

Por André Jankavski

Publicado em 3 de Setembro de 2015 às 00:00


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Artigo publicado nesta revista