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Propriedade compartilhada de aviões com baixo custo

Solojet avança no programa de Propriedade compartilhada de aviões com modelo que prioriza o baixo custo


Hawker 400 da Solojet passou por processo de retrofit de interior e oferece como vantagem menor custo - Solojet
Hawker 400 da Solojet passou por processo de retrofit de interior e oferece como vantagem menor custo - Solojet

A Solojet Aviação confirmou que vendeu, durante a Labace 2022, a última cota disponível no seu serviço de compartilhamento. A empresa tem trabalhado para ampliar o acesso de interessados na aviação executiva através do programa de propriedade compartilhada.

O Solojet Shares, lançado em junho do ano passado, oferece a possibilidade de adquirir cotas do já veterano Hawker 400, com menores custos que modelos similares mais novos. A empresa realizou uma completa modernização na cabine do avião, que se tornou mais moderna e confortável.

“Somos a primeira empresa brasileira a criar um programa de compartilhamento com aeronaves a um custo realmente acessível”, destacou André Bernstein, CEO da Solojet.

Atualmente a maior parte dos clientes do Solojet Shares são usuários da aviação executiva que usualmente fretavam aviões, com uma taxa de utilização na média de 120 horas por ano, valor considerado relativamente baixo em relação às despesas.

“Com o compartilhamento é possível reduzir os custos a um quarto do que seria gasto com uma aeronave particular”, destaca Marcelo Orsolini, gerente comercial da Solojet.

O uso de aviões e helicópteros compartilhados é atraente para empresários que tem uma baixa demanda anual por voos, utilizando uma média de 10 horas por mês.

Com um modelo de compartilhamento mais acessível, a Solojet ainda trabalha para uma estrutura completa para os cotistas com manutenção, gerenciamento e hangaragem, diferenciais que podem atrair quem busca a facilidade de ter um avião, mas com valores inferiores aos modelos existentes no mercado.

No programa Solojet Shares, a cota da aeronave é vendida por preços a partir de US$ 450 mil (25% de participação na propriedade). Dessa forma, os custos fixos são divididos entre os quatro proprietários e cada um paga apenas os custos operacionais dos próprios voos. A Solojet fica responsável por todo o processo de aquisição, responsabilidade com tripulantes e manutenção, assim como as questões legais e burocráticas inerentes as operações aéreas.

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Por Edmundo Ubiratan
Publicado em 23/08/2022, às 17h00


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