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Ampliação do offshore

Receita de aeroporto no Rio de Janeiro pode triplicar em 2024

Aeroporto de Maricá, a 60 km do Rio de Janeiro, pode triplicar a arrecadação com a ampliação de suas instalações


Aeroporto deverá fechar o ano de 2023 com uma receita de R$ 6 milhões - Codemar/Divulgação
Aeroporto deverá fechar o ano de 2023 com uma receita de R$ 6 milhões - Codemar/Divulgação

A administração do aeroporto de Maricá (SBMI), na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, espera que as receitas sejam triplicadas em 2024.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento da cidade (Codemar), a arrecadação no acumulado dos 12 meses deste ano deve alcançar os R$ 6 milhões, podendo chegar aos R$ 18 milhões no próximo ano. A projeção se deve à construção de novos pátios, hangares e postos de abastecimento de aeronaves. As entregas serão feitas até o primeiro semestre de 2024.

Recentemente, foram entregues uma nova base da Líder Aviação e a ampliação das operações da Omni Táxi Aéreo, o que impacta  positivamente no fluxo de passageiros. No terceiro trimestre de 2022, foram cerca de 2.200. No mesmo período deste ano, foram mais de 10.500.

Temos trabalhado muito no processamento de passageiros. Tivemos um aumento de 380% em relação ao terceiro trimestre do ano passado”, diz Luiz Eduardo, superintendente de Operações Comerciais da Codemar.

Maricá, juntamente com os aeroportos de Cabo Frio (CFB) e Macaé (MEA), além da base de Farol de São Tomé, em Campos dos Goytacazes, atuam no offshore, levando passageiros até as plataformas de petróleo da Petrobras. 

Por Marcel Cardoso
Publicado em 17/10/2023, às 16h15


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