A Gulfstream entregou nove aviões a menos em 2023, por conta de atrasos na certificação do G700
A Gulfstream entregou 111 aviões ao longo de 2023, sendo 89 de cabine grande e 22 G280 supermédios.
O número é nove unidades abaixo do total do ano anterior, devido a atrasos na certificação do modelo G700, que também privaram o fabricante de receber receitas de US$ 1 bilhão (R$ 4,93 bilhões) e de ter um incremento nos lucros de US$ 250 milhões (R$ 1,23 bilhão).
Quinze aeronaves deixaram de ser entregues por conta do empecilho com a FAA, que, segundo Phebe Novakovic, CEO da controladora da Gulfstream, preteriu a celeridade da certificação, por conta dos problemas envolvendo o Boeing 737 MAX.
A carteira de pedidos de aviões subiu para US$ 20,5 bilhões (R$ 101,2 bilhões) em 31 de dezembro, acima dos US$ 19,6 bilhões (R$ 96,7 bilhões) do ano anterior. Para 2024, o fabricante prevê a entrega de 160 unidades, apesar das limitações com o modelo G280, produzido em Israel, que está em conflito com a Palestina.
Por Marcel Cardoso
Publicado em 25/01/2024, às 08h01