AERO Magazine

Aves de rapina

Marcha do elefante reúne 24 caças F-22 no Alasca

Exercício militar envolve o caça mais poderoso dos Estados Unidos

Por Edmundo Ubiratan | Fotos: Divulgação em 23 de Abril de 2019 às 08:00

Nos Estados Unidos é comum operações aéreas de grande porte contarem com dezenas de aviões reunidos simultaneamente. Outra operação corriqueira, mas não menos impactante, é conhecido como elephant walk, ou marcha do elefante, onde dezenas de aviões taxiam lado a lado.

Durante o exercício Polar Force, que ocorreu na base conjunta de Elmendorf-Richardson, no Alasca, nada menos que 24 caças F-22 Raptor, um C-17 Globemaster III e um E-3 Sentry estiveram juntos.

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Ao longo de duas semanas a força aérea dos Estados Unidos realizou uma série de manobras e exercícios militares complexos, demonstrando a capacidade de responder a ameaças e ao combate aéreo.

F-22 é atualmente o mais avançado caça em serviço no mundo

Com custo unitário estimado em mais de US$ 150 milhões, o F-22 Raptor é o mais avançado caça da atualidade, dispondo de uma série de recursos que o torna capaz de reagir a ameaças antes mesmo do inimigo nota-lo em voo. Considerado o primeiro caça de quinta geração, o F-22 teve um desenvolvimento bastante conturbado, com atrasos e escalada dos custos. O programa iniciado no final dos anos 1980, só foi declarado operacional em 2005, quase oito anos após o primeiro voo. O avião é considerado a bala de prata do arsenal da força aérea dos Estados Unidos.

REDE DE DADOS

O uso do F-22 depende da complexa rede de dados e de alerta das forças armadas, com destaque ao E-3 Sentry, que atua como um sistema aerotransportado de alerta e controle, (AWACS, na sigla em inglês), sendo uma plataforma integrada de gerenciamento de batalha, de comando,  controle, de vigilância, detecção de alvos e rastreamento. O E-3 fornece uma imagem precisa e em tempo real do espaço de batalha para o centro de operações aéreas conjuntas, sendo vital para as operações de combate aéreo dos Estados Unidos.

Em meados dos anos 1990 a Força Aérea Brasileira adotou a mesma estratégia, com a chegada dos E-99 e R-99B, que devem se somar aos Gripen E/F. Mesmo em menor escala, atualmente o Brasil é um dos poucos países do mundo a contar com um sistema de guerra centrada em rede, onde todos aviões da FAB podem se comunicar através de um sistema de data link.


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