Aviação Comercial

Emirates Airline moderniza frota

Empresa deverá aposentar 26 aviões no próximo ano, incluindo um 777-300ER


A Emirates Airline anunciou o plano de renovação de sua frota para 2016. A gigante árabe aposentará 26 aeronaves, incluindo 12 A330-300, quatro A340-300, um A340-500, seis Boeing 777-200ER, dois Boeing 777-300 e um Boeing 777-300ER.

Embora a maior parte seja composta por aviões relativamente novos, a idade média dos equipamentos programados para a aposentadoria em 2016 é de 15,7 anos, ante a média de 25 anos na indústria global. Para 2017, são programados mais 13 aviões, seguido do mesmo número em 2018.

Para renovar a frota, a empresa receberá no próximo ano 36 novas aeronaves, sendo 20 A380 e 16 Boeing 777-300ER. No final de 2016, com as aposentadorias e novas entregas, a idade média da frota da Emirates será de 5,6 anos, muito mais jovem do que a média global. Uma análise recente mostra que a idade média da frota das cinco principais companhias aéreas na América do Norte é de 13,6 anos, enquanto a idade média da frota das cinco principais companhias aéreas na Europa é de 10,7 anos. No Brasil a idade média da frota, considerando as quatro maiores empresas do país, é de 6,4 anos.

 Atualmente, a Emirates possui 244 aeronaves em sua frota, sendo que 26 foram recebidas apenas esse ano, incluindo 15 A380, dez Boeing 777-300ER e um Boeing 777F. Além disso, a companhia possui 262 aeronaves aaeronaves encomendadas, no valor de mais de US$ 120 bilhões.

Sua carteira de pedidos inclui 71 Airbus A380, 42 Boeing 777-300ER, 115 Boeing 777-9X e 35 Boeing 777-8X. A Emirates é a empresa aérea com o maior número de pedidos para todos os modelos listados. A empresa espera que com a chegada dos primeiros 777X, em meados de 2020, possa obter uma economia de 20% na queima de combustível e um aumento significativo na capacidade e alcance.

A Emirates também tem investido no programa FlexTracks, que planeja padrões de rota de voo eficientes com base nas condições meteorológicas; táxi monomotor no solo; assistência em terra e de equipamentos mais eficientes, entre outros.

Da redação

Publicado em 9 de Dezembro de 2015 às 16:00


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