Estrangeiras no Brasil

O número de companhias aéreas de outros países em operação no país cresceu, mas as frotas hoje são mais padronizadas


Em 2001, 28 companhias aéreas estrangeiras operavam no Brasil. As frotas dessas empresas somavam 4.391 aeronaves, muitas delas de modelos tão antigos quanto os Boeing 707, 727, 737-200, DC-9, DC-10 e outros. No decorrer dos anos, companhias aéreas como Pluna e Lloyd Aéreo Boliviano encerraram as suas atividades e outras, como Cubana, Japan Airlines e Spanair, deixaram de voar para o nosso país. Ao mesmo tempo, várias importantes companhias aéreas, como Air China, Air Europa, Singapore Airlines, Emirates Airline e Qatar Airways, por exemplo, começaram a operar no Brasil.

Embora algumas companhias aéreas tenham substituído outras dos seus países, como é o caso da Boliviana de Aviación, que substituiu a Aero Sur, a qual já havia ocupado o lugar do Lloyd Aéreo Boliviano, hoje 34 companhias aéreas operam nos principais aeroportos internacionais do país.
As frotas dessas empresas somam 5.378 aviões de uma variedade muito menor de modelos. Já não é tão fácil encontrar os 737 Classics e os jatos da MD. Quase todas companhias aéreas tem suas frotas padronizadas com os mais recentes modelos da Airbus e da Boeing e, em várias delas, já aparecem os E-Jets da Embraer. Também durante esses anos, as companhias aéreas têm aumentado as suas frequências e, de uma forma ou outra, melhorado os seus serviços.

Santiago Oliver

Publicado em 22 de Março de 2013 às 08:58


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Artigo publicado nesta revista