Cartas

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Da redação em 29 de Janeiro de 2014 às 00:00

Consciência jurídica

Parabéns a AERO Magazine pelo presente de fim de ano com a reportagem de Daniel Calazans, “Pilotos na cadeia”. Muito bem escrita de verdade. Resta saber se a “consciência jurídica” citada será acompanhada pela real profissionalização de todos os setores da aviação, principalmente o ATC.
Pablo Dezontini

Polêmica da formação continua

Nossa reportagem sobre as novas regras para tirar o brevê (AERO 233) ainda repercute:

A “pelada” dessa aviação geral tem que acabar. Precisamos de excelência. É cultural a resistência a mudanças, mas algo tem que começar a mudar urgentemente. Eu também acredito que a Anac não quer exterminar a aviação.
André

Acredito que a Anac deveria se preocupar com problemas existentes e que foram criados por ela mesma antes de inventar uma nova onda, tentem se tornar INVP hoje e vão ver que inventam a regra sem colocar uma solução disponível. Existem “n” problemas sem solução que nem mesmo eles sabem lhe informar, infelizmente. No fim das contas, a formação vai sair mais cara com a mesma qualidade que já vem sendo empregada. Para quem aprova essas novas ondinhas, arrisco dizer que tenho receio do mercado de trabalho, profissionais ruins existem em todas as profissões e na aviação não vai ser diferente, é com esses profissionais que nós iniciantes da aviação iremos concorrer e esses mesmos irão aprovar qualquer coisa que a ANAC colocar para dificultar a formação de novos pilotos. Seja alguém melhor e busque seu espaço sem querer dificultar o crescimento alheio. Se ofendi alguém me desculpe é apenas minha opinião.
João Carlos

Concordo muito com a exigência de INVA ser a de 200 horas em comando e, sinceramente, acho muito pouco isso. Para mim, tinha de ser PLA checado para cima. A qualidade da formação dos pilotos hoje esta depravada, tem muito aluno recém checado encorajado a pegar aeronaves com nível de dificuldade mais avançado e sair voando. É muita irresponsabilidade que nós presenciamos diariamente nos aeroportos. A exigência de simulador para determinadas aeronaves como a serie Beechcraft King Air é um absurdo. Simulador deveria existir para aeronaves a reação somente. Anac acerta em uns e erra em outros... Uma pena que os erros são infinitamente superiores. Agora, na hora de fiscalizar e deixar todo mundo no chão multado, eles estão 100% à disposição!
Val Felipe

Sempre fui um defensor, ainda nos tempos de DAC, que houvesse esta diferenciação. Aeroclubes seriam espaços para o aerodesporto e as escolas de aviação trabalhariam em conjunto com as Universidades na formação de pilotos e outros profissionais para a aviação.
Os aeroclubes formariam, por exemplo, pilotos desportivos e PP. As outras instituições seriam as responsáveis pela formação de pilotos comerciais, de linhas aéreas, agrícolas, mecânicos, comissários, gestores etc. No entanto, falta aí um ponto estratégico importante: como serão destinados recursos públicos para contribuir com as instituições e na formação desse povo todo? Defendemos sempre a existência de cursos mantidos pelo governo, a exemplo das faculdades de Medicina, Engenharia, Administração... as federais. O que é preciso deixar claro nisso tudo é que, realmente, não podemos mais conviver com instituições amadoras, como muitas destas que estão aí, formando profissionais “meia-boca” para uma aviação cada vez mais técnica e exigente.
Jeferson Rezende

Isso está virando mais um nicho de arrecadação do governo. Ou a gente entra com tudo em cima de novas regras que realmente viabilizem a nossa formação e manutenção do nosso interesse de classe ou o governo vai usar esse filão para tirar mais vantagens inventando novas taxas para arrecadação de impostos e emolumentos. Estamos de olho!
Alessandro Martins
Associação de Pilotos Aviadores de Minas Gerais

Gostei da parte que separa aviação de lazer da profissional. Há um número cada vez maior de pilotos que tiram o PP apenas para voar com a família nos fins de semana. Para estes, basta que aprendam a voar com qualidade, sem necessidade de exigências que ele nunca usará. E os aeroclubes devem, sim, ser locais de recreação e convívio aeronáutico, e não empresas de formar pilotos. Antigamente eram assim, mas hoje ficaram deturpados com essa mentalidade de aviação comercial.
Eduardo de Lima

Avião Epic LT

Acabo de ler a matéria sobre o Epic, ficou bem completa, Parabéns! Gostaria apenas de fazer algumas considerações. O Epic voado é o de s/n 32, não 48, e não está no Brasil. O trem de pouso desta aeronave é do modelo antigo e possui o guia mais curto do que o ideal, o que, em uma decolagem na qual muito pedal fosse usado, o pino do guia poderia ir para fora dele, por isso da ocorrência. Na verdade, as aeronaves mais recentes já tem o guia corrigido. Nas specs, a carga paga com tanques cheios é de 520 kg.
Gianfranco Somma
Somma Aviation

Prezado Gianfranco, obrigado por seus apontamentos. Os dados já estão atualizados em nosso site.

Água na pista

O texto da reportagem sobre aquaplanagem (AERO 235) está muito bem escrito e serve de aviso para todos os pilotos. Porém, no quadro com técnicas para evitar os riscos de aquaplanagem, o autor cita duas que dependem muito do avião que está sendo operado e dos recursos que ele possui. A primeira delas é com relação a recolher os flaps após a aeronave estar completamente no solo. Normalmente, os fabricantes recomendam o recolhimento somente após a aeronave sair da pista. Além disso, só devemos mudar a configuração de pouso após a aeronave estar completamente controlada (e não aquaplanando) ou para iniciarmos um procedimento de arremetida, durante o qual, na maioria dos aviões, recolhem-se os flaps para uma posição intermediária (e não completamente). Já a última técnica apresentada só é válida para aeronaves sem anti-skid, pois, com esse equipamento instalado e funcionando, é melhor aplicarmos a pressão constante no freio, exatamente como nos carros com ABS, já que soltar os freios só iria aumentar ainda mais a distância de pouso. Creio que seriam necessárias essas ressalvas para deixar o quadro com tais técnicas mais completo. As críticas não invalidam de maneira nenhuma o texto e a importância da matéria para a comunidade aeronáutica.
Alexandre Pereira
Via site

Prezado Alexandre, obrigado pelas contribuições. Suas considerações procedem. Caberia apenas ressalvar que o texto tem como foco principalmente pilotos da aviação geral. Ademais, embora as técnicas apresentadas sejam baseadas em recomendações da NASA, qualquer procedimento na aviação deve ser endossado pelo manual do avião.
Edmundo Ubiratan


Cartas Daniel Calazans Pilotos na cadeia Anac INVA

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