China proíbe voos de aviões leves após colisão em arranha-céu

Proibição veio após um Aurora SA60L colidir com a Citic Tower, o prédio mais alto de Pequim, no fim de junho

Por Marcel Cardoso Publicado em 09/07/2026, às 06h14

Acidente causou a morte do piloto e ferimentos em 13 pessoas; autoridades chinesas relacionam o caso a “motivos pessoais” - Reprodução/Redes Sociais

O governo da China proibiu todos os voos com aviões leves durante a investigação do acidente envolvendo um Sunward Aurora SA60L, que colidiu a Citic Tower (China Zun), o prédio mais alto de Pequim, no fim de junho.

O piloto da aeronave morreu e outras treze pessoas em solo ficaram feridas, sem gravidade. Segundo autoridades chinesas, o piloto teria agido por “motivos pessoais” e deixou registros indicando intenção de tirar a própria vida antes do acidente.

As autoridades identificaram o piloto apenas pelo sobrenome Liu, descrevendo-o como um morador de Pequim de 66 anos que vivia sozinho. De acordo com o governo local, Liu sofria de insônia crônica e ansiedade, e seu diário continha referências recorrentes a suicídio.

中国尊中信大厦好像被无人机撞了 pic.twitter.com/fLqRxEyeKD

— Layyy (@songtwwiter) June 26, 2026

Vídeos que circularam nas redes sociais após a ocorrência mostraram destroços caindo nas proximidades da torre após o impacto da aeronave contra o edifício.

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