Os norte-americanos vão enfrentar um 2017 difícil após computarem os números oficiais de vendas em 2016.

Para o “Financial Times”, a frustração é provável, pois a meta era a substituição de cada entrega com uma nova encomenda. Caso esta condição não seja satisfeita, seria a primeira vez, desde 2009. Também é perfeitamente possível “que o ciclo de vendas de aeronaves comerciais esteja muito próximo ou até já passou do pico”, segundo analistas. 

É bom lembrar que a Boeing assinou contratos bilionários com o Irã mas não obteve a aprovação do governo e, assim, eventuais vendas não serão consideradas para o exercício de 2016. 

Embora se espere um aumento de entregas em 2017, as novas encomendas virão em ritmo mais lento, enquanto as companhias aéreas assimilam os efeitos do aumento do preço do petróleo e um aumento muito lento do tráfego de passageiros. A IATA projeta um crescimento de apenas 5,1% ante os 5,9% anteriores no tráfego de passageiros.


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