O conflito que quase deu início à terceira guerra

O ano era 1950 e o palco, a Coreia. Sem que o mundo soubesse, pela primeira vez russos e americanos se envolveram em combates aéreos com aviões a jato

André Vargas em 23 de Janeiro de 2012 às 14:18


Captado pela câmera do nariz de um Sabre, um MiG-15 é alvejado na cauda pouco antes de cair

Poucos suspeitaram, mas o mundo quase assistiu ao início da Terceira Guerra Mundial em 8 de novembro de 1950, quando russos e americanos se enfrentaram no primeiro combate da era dos jatos. Naquele dia, o primeiro-tenente Russel Brown, do 16º Esquadrão de Interceptação (16th FIS) da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), voando em formação a 20.000 pés com seu F-80C Shooting Star, avistou oito MiGs-15 (codinome Otan, Fagot) cerca de 10.000 pés acima de sua altitude. A Guerra da Coreia estava em pleno curso. A missão dos MiGs do 28º Regimento de Aviação de Caça (Istrebeitel Aviatsionnaya Polk) era simples: decolar da Manchúria, cruzar o rio Yalu, na divisa da China com a Coreia do Norte, esperar os caças-bombardeiros e bombardeiros americanos, mergulhar sobre eles utilizando canhões, subir usando a boa potência de seus motores e retornar à base, em Antung, evitando os interceptadores inimigos.

O tenente Brown tomou proveito do descuido de um MiG-15, que abandonou a cobertura de seu companheiro, permitindo aproximação. As metralhadoras .50 do Shooting Star travaram logo após o início dos disparos, mas uma delas sustentou uma rajada de cinco segundos, que abateu o MiG. O que Brown desconhecia é que sua vitória não havia sido contra um piloto chinês, como indicavam as marcações da aeronave. O caça abatido era comandado pelo tenente Shchegolev. Naquele dia, os russos ainda abateram um P-51 Mustang, veterano a pistão da Segunda Guerra. E, assim, a batalha prosseguiu por quase três anos.

A Terceira Guerra só não começou graças ao presidente Harry Truman e os estrategistas militares do Pentágono, que optaram por manter o conflito limitado à península. Como a guerra não entrou na China, não havia motivo para revelar a desconfiança de que os russos estavam por lá – o que só seria confirmado após o fim da Guerra Fria e a desintegração da antiga União Soviética. Essa opção estratégica estabeleceu a MiG Alley (a Alameda dos MiGs) ao longo da fronteira do rio Yalu. Ali pilotos de ambos os lados exerceram suas habilidades e instintos como poucas vezes ocorreria novamente.

ESQUADRILHAS INCÓGNITAS
O conflito na península coreana havia começado em 25 de junho, quando tropas norte-coreanas, apoiadas pelo regime de Mao Tsé-Tung, ultrapassaram o Paralelo 38, que divide até hoje ambos os países. Meses depois, uma coalizão capitaneada pelos Estados Unidos empurrou os comunistas contra a fronteira da China. O ditador Joseph Stalin enviou esquadrões de seu novo caça MiG-15 para tentar reverter o domínio americano nos céus, o que permitia o intenso bombardeio das tropas comunistas.

Stalin queria derrotar os EUA sem se expor desnecessariamente. Para tanto, optou por mandar suas esquadrilhas “incógnitas” para as bases de Mukden, Amshan e Antung, na Manchúria. As aeronaves tiveram os caracteres em cirílico apagados das fuselagens e receberam novas pinturas com marcações em alfabeto romano. Era exigido silêncio absoluto no rádio para não denunciar a presença de russos no front e quem fosse abatido deveria cometer suicídio para não ser capturado. Em solo, os pilotos usavam roupas civis e, no ar, uniformes chineses. A intenção era defender a fronteira chinesa, principalmente contra os bombardeiros Boeing B-29 Superfortress, desgastando os americanos, enquanto chineses e norte-coreanos eram treinados para a guerra aérea.

Antes da chegada dos russos, as esquadrilhas chinesas eram formadas por ultrapassados Yakovlev Yak-7, Yak-9 e Ilyushin Il-10 Shturmovik, adversários que os jatos F-80 Shooting Star, F2H Banshee, F9F Panther e F-84 Thunderjet, além do velho Gloster Meteor britânico, conseguiam superar sem dificuldade.

Caça retorna à base danificado no leme por fogo antiaéreo

CONFLITO SEM REGRAS
O MiG-15 era muito superior a tudo que os americanos tinham na Coreia até então. Para acabar com esse desequilíbrio, a USAF enviou os primeiros dezenove Sabres, versão A, da 4ª Ala de Caça Interceptadores (4th Fighter Interceptor Wing), em 16 de dezembro de 1950. A partir de então, a situação volta a reverter em favor do Ocidente. Até junho de 1951, só essa unidade abateu 40 MiGs e danificou outros 71, com apenas seis perdas.

Porém, o MiG-15 era um adversário de respeito quando em boas mãos, mesmo contra o mais experimentado adversário. O primeiro desses duelos envolveu um veterano da Segunda Guerra, o major James Jabara, e o coronel russo Polkovnik Pepelyev, que seria o maior ás da Mig Alley e comandante da 196ª Divisão de Interceptação Aérea. Jabara foi o primeiro ás do conflito, abatendo seis inimigos entre 3 de abril e 20 de maio de 1951. Ele e Pepelyev participaram do grande combate entre 36 MiGs e 28 Sabres naquele 20 de maio. Jabara abateu o capitão Viktor Nazarkin, que ejetou. Pepelyev atingiu a asa direita do F-86 do tenente Milton Nelson, que não chegou a cair, mas ficou fora de ação após o pouso. Jabara quase foi abatido pelo tenente V. N. Alfeyev, que o atingiu com seu canhão de 23 mm. O americano escapou com ajuda de seu ala. Ao final, Jabara e Alfeyev estavam ilesos, mas seus aviões, muito danificados.

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À medida que os encontros ficavam mais intensos, as estritas regras de engajamento de ambos os lados foram ignoradas. Em muitas ocasiões, diálogos nervosos em russo foram captados pela fonia aliada. Os norte-americanos, por sua vez, eram expressamente proibidos de ultrapassar a fronteira da China, o que nem sempre era respeitado. Em busca hot pursuits, líderes americanos acompanhados de alas confiáveis entravam em silêncio de rádio fronteira adentro. Na volta, as imagens das câmeras ligadas às metralhadoras sumiam misteriosamente. Se tal prática não fosse verdadeira, as bases da Manchúria não seriam protegidas por patrulhas aéreas para cobrir o pouso de quem voltava do combate.

Ainda que o principal ás do conflito tenha sido Pepelyev, aos russos faltava experiência. O planejamento soviético previa um rodízio maior dos pilotos. Temeroso de um conflito em suas fronteiras europeias, o regime de Stalin preferia ter milhares de pilotos com alguma capacidade de combate do que confiar apenas em algumas centenas de calejados. Já a USAF optou, por razões práticas, pelo contrário, com rodízio dentro das unidades. Do lado soviético, a rotatividade envolvia unidades inteiras, tornando virtualmente impossível o compartilhamento de experiências entre quem chegava e quem partia.

Os americanos tiveram que desenvolver táticas para lidar com os MiGs, que chegavam do alto em grandes formações. Uma das alternativas criadas foi a jet stream, tática em que uma esquadrilha se dividia em unidades menores, com quatro aviões (o four fingers, aperfeiçoado pelos alemães na Guerra Civil Espanhola), que se apoiavam mutuamente e, com intervalos de alguns minutos, atacavam a partir de diferentes altitudes, forçando a quebra da formação inimiga e atraindo o combate para altitudes mais baixas, onde o Sabre era superior.

Em contrapartida, os soviéticos adotaram a tática apelidada de bandit trains, com objetivo de anular os caça-bombardeiros aliados, principalmente os F-84 Thunderjets. Dotado de um motor Klimov melhorado, os MiG-15bis preferiam ignorar a escolta dos F-86, partindo direto contra o alvo prioritário em sucessivas vagas de ataque, o que anulava em parte a deficiência do modelo em altitudes mais baixas. A resposta foi o aperfeiçoamento dos F-80 e a chegada de novos Sabres, versão E, de melhor desempenho em altas altitudes.

VANTAGEM COMUNISTA
Na MiG Alley, a disponibilidade de caças sempre foi maior do lado comunista. Em 275 combates registrados contra os Sabres, os MiGs estiveram em maioria em 197 deles. Mesmo assim, os aliados conseguiam vantagem. Em 13 de dezembro de 1951, dois bandit trains com 150 MiGs falharam em abater um único Sabre e ainda acumularam 14 perdas.

F-86F SABRE FOI O CAÇA DEFINITIVO NO CONFLITO DA COREIA. FORAM ABATIDOS 75 SABRES CONTRA 345 MIGS

A partir de 1952, os aliados aprimoram suas capacidades, com novos radares de solo e a chegada da versão F do Sabre. Os “bandit trains” foram reduzidos e entraram em ação unidades chinesas e norte-coreanas. Para piorar, a retirada das unidades soviéticas experientes prejudicou mais ainda os comunistas. A principal preocupação aliada era a presença na China de mais de 100 bombardeiros Ilyushin Il-28, capazes de carregar bombas nucleares, mas que jamais entraram em ação. O armistício assinado em 27 de julho de 1953 encerrou o conflito, manteve as fronteiras anteriores e deixou lições.

A mais importante foi que a superioridade americana na MiG Alley não se traduziu em uma virada no conflito. O clima ruim, a insuficiência de aeronaves e a falta de precisão do armamento ar-solo prejudicaram uma força aérea que na guerra anterior era capaz de arrasar metrópoles. Na Coreia rural, tais alvos não existiam. E, por fim, houve a impossibilidade política de atacar o inimigo além da fronteira a fim de destruir sua infraestrutura e barrar a ofensiva terrestre. Uma limitação política que também seria vista no Vietnã, na década seguinte.

Pequeno, leve e pesadamente armado, o MiG-15 operado por pilotos soviéticos era a espinha dorsal da interceptação chinesa

OS BONS DE BRIGA
A propaganda americana sempre idolatrou seu desempenho aéreo na Coreia, valorizando o surgimento de uma nova estirpe, a dos pilotos de jato, colocando-os no patamar romântico dos pilotos da Primeira Guerra. O historiador militar britânico David C. Isby cita em Figther Combat in the Jet Age similaridades entre os conflitos, com perda de milhares de vidas no solo para quase nenhum ganho de terreno ao inimigo, enquanto nos céus sobre o Yalu soviéticos e americanos se enfrentavam no mano a mano, como em duelos medievais.

Até aí tudo bem. Não fosse ignorado até a queda do regime soviético que o maior ás da MiG Alley foi o coronel russo Polkovnik Pepelyev, com 22,5 vitórias (uma compartilhada), sendo 14 delas contra Sabres, seguido do major Nicolai Sutyagin, com 21 abates (dois compartilhados). Esses são os escores menos contestados. Outras fontes creditam a Pepelyev de 19 a 23 vitórias. Em 1993, em uma entrevista, ele mesmo garantiu ter absoluta certeza de seis abates, acreditando ter derrubado 15 aviões.

O mesmo ocorre com Sutyagin, cujo escore varia de 22 a 19 kills. Essa imprecisão é apontada por Keneth Werrel, em Sabres over MiG Alley: The F-86 and the Battle for Air Superiority in Korea. Por falta de registros confiáveis, essas comprovações devem permanecer indefinidas.

Os americanos aparecem em terceiro, com capitão Joseph C. MacConell, com 16 vitórias, seguido do major James J. Jabara, com 15. Empatados com ele, mas também com escores de difícil confirmação, estão os russos Alexandr Smortzkow e Lev Shchukin.

Mais do que na Primeira e na Segunda Guerras, na Coreia os planejadores americanos fizeram questão de selecionar com afinco os melhores. Apenas 4,8% dos pilotos americanos se tornaram ases, com cinco ou mais abates. Eles também foram responsáveis por 38% das vitórias. Veteranos eram prestigiados. Joseph C. MacConell havia sido navegador de bombardeiro na Segunda Guerra, enquanto James Jabara tinha um abate e meio pilotando um Mustang sobre a Europa. Do lado oposto, Pepelyev, Sutyagin, Smorchkov e Shchukin também eram veteranos.

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SABRE CONTRA MIG
O Sabre e o MiG-15 estão para a Guerra da Coreia assim como o Supermarine Spitfire e o Messerschmitt Bf 109 estão para a Batalha da Inglaterra, na Segunda Guerra. Lugar-comum na historiografia aeronáutica militar, essa afirmação é a que melhor exemplifica o papel desses caças no conflito, ainda que outras aeronaves tenham participado das ações com igual ou maior empenho. Ambos representavam o ápice das tecnologias dos Estados Unidos e da União Soviética de então, ainda que jamais tenham sido projetados para se enfrentarem.

O sucesso dos Sabres, todavia, deve-se em grande parte às diferenças entre as doutrinas americana e soviética. Os soviéticos preconizavam o contínuo rodízio de pilotos. Stalin estava preocupado com um ataque na Europa e queria pilotos experientes disponíveis. Já os americanos preferiam manter seus pilotos no front em um esquema de rodízio, como mostrado no filme As Pontes de Toko-Ri, baseado em livro homônimo de James A. Michener. Porém, os americanos não podiam ultrapassar a fronteira com a China, que ficava a 20 minutos de suas bases mais avançadas.

DE INÍCIO, O SHOOTING STAR F-80C ERA CAPAZ DE LIDAR COM QUALQUER AMEAÇA NA COREIA

Durante as décadas seguintes aos confrontos sobre o rio Yalu, a superioridade aérea americana foi alardeada. Porém, pesquisas posteriores à queda do regime soviético alteraram as contas, ainda que se tirem a superioridade dos Sabres, em especial sua versão F, considerada a melhor do período. Os números aceitos até o final do século 20 afirmavam que, para cada Sabre abatido, foram derrubados 14 adversários. Em relação ao MiG-15, a média era de dez para um a favor do Sabre. Hoje, é considerada uma taxa de 4,8 MiGs para cada Sabre (345 a 78), além de 26 perdidos por outras causas. Já os soviéticos alegam ter 1.097 abates, incluindo 651 Sabres, contra 335 perdas. Todavia, nem os dados iniciais indicavam que a vida dos pilotos americanos era fácil.

Construído para abater pesados bombardeiros americanos em grandes altitudes, como o B-29, o MiG-15 era dotado de três canhões – dois de 20 mm e um de 37 mm. Baseado em estudos alemães capturados após a Segunda Guerra, seu projeto só foi viabilizado após a desastrada venda à URSS, em 1947, de 25 turbinas britânicas Rolls-Royce Nene, que foram escancaradamente copiadas. De visual atarracado, o projeto de Artem Mikoyan e Mikhail Gurevich foi o primeiro jato bem-sucedido no emprego de asas enflechadas. Ao chegar ao front coreano, o MiG era capaz de abater tudo que fosse americano ou britânico. Lentos e de asa reta, os caças americanos F-80, F-84 e F9F só obtinham sucesso diante de pilotos muito inexperientes – como no caso do primeiro combate entre jatos.

ESTUDOS ALEMÃES CAPTURADOS
Seu grande inimigo, o Sabre, era derivado de um projeto da Marinha, o FJ-1 Fury, que tinha asa reta. A USAF propôs um caça similar à North American, que incluiu, após a apresentação do projeto, uma asa enflechada a 35º. A alteração surgiu depois da captura de estudos alemães que levaram ao Me-262, no final da Segunda Guerra. As novas asas proporcionavam mais velocidade sem significativo aumento de potência e, consequentemente, de peso. O Sabre voou pela primeira vez em 1º de outubro de 1947. Na Coreia, a versão predominante era o F-86-F.

Na prática, ambos os caças apresentavam relativas inadequações para suas missões, a começar pela baixa autonomia, primordial para a interceptação e superioridade aérea. Poderosos, os canhões dos MiGs tinham uma cadência lenta demais para engajar os Sabres, que ficavam apenas por segundos enquadrados em suas alças de mira. Por sua vez, os jatos americanos, muito estáveis no combate ar-ar, possuíam uma mira Sperry K-14 capaz de disparos deflexivos, mas suas seis metralhadoras de 12 mm (.50) muitas vezes deixavam o adversário escapar por falta de alcance e poder destrutivo.

Mais leve, o MiG-15 subia melhor, alcançava qualquer adversário acima de 10.000 metros e, exceto em altas velocidades, fazia curvas mais fechadas. Já o Sabre era mais rápido em voo nivelado, tinha melhor desempenho em baixa altitude e alta velocidade. Uma característica fundamental no dogfight pendia a favor do Sabre, que conseguia alcançar seu oponente em mergulho. Por sua vez, o MiG-15 era direcionalmente instável em grandes altitudes, tinha baixa taxa de rolagem e a triste peculiaridade de travar o manche quando em mergulho acentuado. Ou seja, a vantagem inicial do MiG era perdida se o combate demorasse mais do que a investida inicial.

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PRINCIPAIS CONTENDORES

MIG-15 (FAGOT)
É considerado o jato mais construído da história, com 18.000 unidades fabricadas, sendo 15.000 na antiga URSS e, estima-se, mais 3.000 em países satélites. Foi operado em diferentes versões por 42 países.
Fabricante: Mikoyan-Gurevich
Primeiro voo: 30 de dezembro de 1947
Entrada em serviço: 1949
Função: caça diurno monoposto
Dimensões
Comprimento: 10,11 m
Envergadura: 10,08 m
Altura: 3,7 m
Área alar: 20,6 m2
Peso: vazio, 3.580 kg; carregado, 4.960 kg; máximo na
decolagem: 6.045 kg
Propulsão: 1 Klimov VK-1
Velocidade: cruzeiro, 840 km/h; máxima, 1.075 km/h
Alcance: traslado 1.200 km; com tanques externos, 1.975 km
Teto: 15.500 m
Razão de subida: 50 m/s
Armamento: 2 canhões Nudelman-Rikhter NR-23, de 23 mm (80 cartuchos cada), e um canhão N-37, de 37 mm (40 cartuchos); duas bombas de 100 kg sob as asas, tanques de combustível ou foguetes

F-86 SABRE
Versão mais usada no conflito, junto com o F-86E, o F-86-F somou 2.488 exemplares construídos. Foi empregado em diferentes versões por 38 países.
Fabricante: North American
Primeiro voo: 10 de outubro de 1947
Entrada em serviço: 1949
Saída definitiva de serviço: 1994 (Bolívia)
Função: caça diurno monoposto
Dimensões
Comprimento: 11,27 m
Envergadura: 11,91 m
Altura: 4,26 m
Área alar: 26,75 m2
Peso: 4.906 kg (vazio); máximo na decolagem, 8.061 kg
Propulsão: 1 General Electric J47-GE-27 (26,3 kN)
Velocidade: cruzeiro, 826 km/h; máxima nominal, 965 km/h; ao nível do mar, com 6.447 kg de peso, 1.106 km/h
Velocidade de stall: 200 km/h
Alcance: 745 km; máximo, 2.120 km
Raio operacional: em combate, 410 km
Teto: 14.630 m
Decolagem: 1.250 m
Razão de subida: 45 m/s
Armamento: 6 metralhadoras M2 Browning, de 12,7 mm (1.602 cartuchos), até 2.400 kg de bombas em quatro pontos duros sob as asas, dois casulos Matra com 18 foguetes de 68 mm cada, dois tanques alijáveis de 760 litros de combustível cada

FONTES
Yalu, de Jorg Friedrich, Record, 2011
Asas, de Tom Crouch, Record, 2008
Sabres over MIG Alley: The F-86 and the Battle for Air Superiority in Korea, Keneth Werrel, Naval Institute Press, 2005
Fighter Combat in The Jet Age, de David C. Isby, Harper Collins, 1997
As Pontes de Toko-RI, James Michener (fora de catálogo)


História

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