Brexit

No Reino Unido haverá relocação ou perda de rotas

São as previsões para os efeitos do Brexit nas aéreas locais

Por Ernesto Klotzel em 24 de Março de 2017 às 09:05

As companhias aéreas baseadas no Reino Unido, incluindo a EasyJet e a Ryanair baseada na Irlanda, foram notificadas que precisam relocar suas sedes ou vender ações para cidadãos ou entidades europeias se desejarem continuar a operar rotas dentro da Europa, quando o país deixar a União Europeia.

As companhias aéreas devem ainda manter bases significativas na União Europeia e a maioria de suas ações devem passar para as mãos da mesma para continuar com suas rotas cruzando toda a Europa.

As consequências econômicas advindas da falha no cumprimento dos preceitos oriundos do Brexit poderão ser muito sérias para as companhias aéreas low-cost, que sobrevivem graças aos voos intra-europeus. O Reino Unido, maior indústria de aviação na Europa, poderia retaliar ao barrar o acesso das empresas da União Europeia às rotas domésticas britânicas.   .

Embora a Ryanair seja baseada em Dublin, somente 40% de suas ações pertencerão à União Europeia após a exclusão de cidadãos do Reino Unido. Além da Easyjet e da Ryanair, a British Airways, proprietária do Grupo IAG e o TUI Group também foram notificados.


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