Guerra dos zumbidos

Drones no combate ao Aedes aegypti

Prefeituras vão utilizar veículos aéreos não tripulados no reconhecimento de focos de proliferação do mosquito transmissor dos vírus de dengue e zika

Por Oswaldo Gomes em 24 de Fevereiro de 2016 às 13:42

 

A campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti tem novos aliados, os veículos aéreos não tripulatdos (vant), mais conhecidos como drones. Para enfrentar as epidemias associadas ao mosquito, transmissor dos vírus de doenças como dengue, febre por zika vírus e febre chikungunhya, uma parceria entre a Secretaria de Aviação Civil (SAC-PR), a Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) possibilitou o emprego de drones nas operações de reconhecimento dos focos de reprodução do inseto.  

 

Os drones poderão sobrevoar diferentes localidades espalhadas pelo Brasil para fiscalizar a efetiva eliminação de pontos com potencial para a proliferação do mosquito. Os pontos são determinados a partir de um banco de dados em que estão registrados os locais, reincidentes ou não, onde as equipes de terra já encontraram focos das larvas do inseto. 

 

Uma das facilidades advindas do emprego desse tipo de tecnologia é a integração com a inteligência artificial, ou seja, o drone identifica e marca via pontos geográficos os locais com foco do mosquito e esses dados são enviados para as equipes de solo que podem aumentar a efetividade de seu trabalho. Até o momento, os municípios de Chapecó (SC), Santo Antonio da Platina (PR), São José dos Campos e São Paulo (SP) já possuem autorização da ANAC para a operação de drones no combate ao Aedes. 

 

Em São Paulo, a Prefeitura prevê que o pico de transmissão das doenças associadas ao mosquito ocorra no mês de março, tendo por base o registro de 1.346 casos no mesmo mês em 2015. Apenas na cidade de São Paulo, cerca de 1,4 mil residências com casos de reincidência serão sobrevoadas pelos drones, além de outros 3 mil pontos considerados como potenciais procriadores do mosquito e que já receberam visita das equipes da Vigilância da Saúde.

 

Como pedir a autorização? 

Veja abaixo os três passos necessários aos os órgãos que desejam integrar o drone em suas operações de combate ao Aedes:

1. Homologar Rádio Transmissor na ANATEL (prazo médio de análise 15 dias a partir da confirmação do pagamento do Boleto ANATEL). 

  • Verificar se o rádio transmissor já está homologado. Em caso de dúvidas, envie um e-mail para certificação@anatel.gov.br.
  • Solicitar homologação junto a Agencia (veja as instruções neste link).  
  • Enviar o e-mail para a ANATEL com a comprovação da empresa que prestará o serviço, conforme o modelo deste link.

2. Solicitar Autorização de Operação da ANAC (prazo médio de análise sete a contar da data de recebimento do e-mail pela ANAC). 


3. Solicitar autorização do sobrevoo no DECEA / ANAC (prazo médio de análise de 02 dias úteis a partir do recebimento do e-mail pelo DECEA ou 09 dias se a área de sobrevoo afetar operações aeroportuárias).

 

 

 


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