O motor se soltou durante operações normais de voo, caindo em área quase deserta, a cerca de 25 milhas (40 km) a noroeste da sua base. O piloto pousou em segurança pois ainda contava com nada menos que sete motores operando normalmente e um helicóptero Huey voou até o local do impacto para recolher o que restou do motor desgarrado.

Uma das questões surgidas com a investigação das causas do incidente é como ele afetará o programa de remotorização do Boeing B-52 – em operação desde 1952 – previsto para voar até 2040, quando será substituído pelo novo bombardeiro B-21.

A Pratt & Whitney propôs um upgrade dos motores TF33-P-3/103 para reduzir os futuros custos de manutenção, enquanto alguns analistas afirmam que o motor do F-117 poderia substituir o TF33. 

Atualmente, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), ainda tem 76 B-52 em seu inventário.


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